É... como sub-colunista eu já devia ter mostrado serviço faz um tempo...
bem, apresentação simples: Sou "Duke Magus", amigo do femto e filosóficamente oposto, já que aposto nos MMOs, no desenvolvimento online e na jogabilidade alternativa em geral...
Finitas as apresentações, vamos ao texto... Coisa curta, bem para introdução... mas longo o bastante para fazer pensar
Terapia de choque via joystick
Sabe, às vezes, e só às vezes, eu entendo porque algumas pessoas olham com ressalva os games violentos... É difícil compreender porque sangue, vísceras e brutalidade atraem tanto certas pessoas... O que essas pessoas não entendem é que isso atrai justamente por NÃO SER REAL. Já vi jogadores de Doom desmaiarem ao verem (pasme!) um braço machucado.
De fato o que acontece é que humanos gostam de desafio e coisas novas. Numa sociedade em que você pode passar toda a vida sem levar um único soco, essa violência é uma “novidade interessante”, mas não para o corpo, e sim para o cérebro... Nossos miolos diferenciam 100% o que é real e o que é fantasia no nível de FAZER, mas quando entramos no nível de SENTIR as coisas mudam um pouco. Apesar de sabermos que não é real, sentimos a mesma adrenalina que se a ação fosse real. Quer a prova? Quantas vezes você já não viu alguém gritar “GOL” no Winning Eleven com tamanha paixão que parecia que era a final do seu time na vida real?
Voltando á violência, se você olhar por esse ângulo, games mais “hardcore” não geram violência, pelo contrário, REDUZEM-NA. Como eu posso afirmar isso? Simples: seu cérebro tem a mesma sensação de alívio que você sentiria se realmente extravasasse sua raiva, mas sem machucar ninguém...
Bem, para mim dar porradas em videogames é relaxante, e me ajuda a ter noção que o lugar da pancadaria é do outro lado da tela do meu monitor (ou TV no caso do Femto)
Seria God of War uma ferramenta terapêutica e nem sabemos?
Pense nisso
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